AirCurve 10 ST-A ResMed: guia de ventilação não invasiva

RESMED · VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA

AirCurve 10 ST-A: suporte ventilatório ajustado à necessidade respiratória.

O VPAP AirCurve 10 ST-A ResMed reúne modos de ventilação não invasiva, alarmes e recursos de acompanhamento. Este guia explica o que fazem iVAPS, iBR e os ajustes de sincronia, além dos pontos que precisam ser conferidos na prescrição e na unidade disponível em Porto Alegre.

VPAP AirCurve 10 ST-A ResMed em vista frontal, com visor e umidificador
AirCurve 10 ST-A com reservatório. Foto de apresentação do modelo; confira etiqueta e componentes da unidade contratada.
PERFIL DO EQUIPAMENTO

Em quais situações o ST-A pode entrar na avaliação?

O AirCurve 10 ST-A foi desenvolvido para ventilação não invasiva de pessoas com insuficiência respiratória associada, entre outras condições, a doenças neuromusculares, alterações pulmonares restritivas, DPOC e síndromes de hipoventilação. O uso para um caso concreto depende da avaliação clínica, da prescrição, da máscara e da configuração apropriada.

Dois níveis de pressão

IPAP e EPAP podem compor o suporte necessário em cada modo, com ajustes definidos por profissional habilitado.

Frequência de apoio

Modos com respiração de apoio e alarmes atendem a necessidades que não devem ser equiparadas às de um CPAP comum.

Acompanhamento

Dados de ventilação, vazamento e eventos ajudam a equipe responsável a acompanhar a resposta à terapia.

Indicação e limites: o fabricante brasileiro informa uso do dispositivo em pacientes acima de 13 kg e reserva o modo iVAPS para pacientes acima de 30 kg. A página norte-americana traz indicação regional de peso diferente; siga o registro, manual e prescrição aplicáveis à unidade no Brasil.
ENTENDA A DIFERENÇA

iVAPS ajusta o suporte; iBR oferece apoio quando necessário.

O que o iVAPS procura manter?

No modo iVAPS, o profissional define uma meta de ventilação alveolar e limites de pressão. O dispositivo acompanha as mudanças na respiração e varia a pressão de suporte dentro desses limites para se aproximar da meta programada. Isso não equivale a garantir um volume exato a cada respiração, nem dispensa reavaliação clínica.

O iBR, integrado ao iVAPS, oferece frequência de apoio quando a respiração espontânea não é suficiente e busca preservar as oportunidades de o paciente respirar por conta própria. Quando indicado, o AutoEPAP pode ajustar a pressão expiratória diante de obstruções das vias aéreas superiores.

Além de iVAPS, o manual descreve os modos CPAP, S, ST, T e PAC. A escolha muda o modo como o suporte e a frequência são fornecidos; somente a equipe assistente deve configurar a terapia.

Detalhe do painel e dos controles do AirCurve 10 ST-A ResMed
Painel do ST-A. Os modos e ajustes disponíveis na tela dependem do perfil de acesso e da configuração clínica.
SINCRONIA · CONFORTO · SEGURANÇA

Recursos com funções diferentes na ventilação.

Vsync e TiControl

Vsync gerencia vazamentos para favorecer a sincronia entre paciente e dispositivo. TiControl permite estabelecer limites mínimo e máximo do tempo inspiratório. São parâmetros que exigem ajuste profissional.

QuickNav e alarmes

QuickNav facilita a alternância entre telas de configuração e monitoramento. Alarmes sonoros e visuais podem ser configurados para condições relevantes da terapia; sua programação deve corresponder ao plano assistencial.

HumidAir e Climate Control

O reservatório integrado permite umidificação aquecida. O controle automático de temperatura e umidade requer tubo aquecido ClimateLineAir compatível, cuja inclusão deve ser conferida na oferta.

A exibição de SpO₂ depende de módulo e sensor de oximetria compatíveis; o equipamento isolado não mede pulso nem saturação. Conectividade e aplicativos dependem da versão, cobertura de rede, configuração e elegibilidade da conta.

CONHEÇA O CONJUNTO

Fotos do dispositivo, conexões e contexto de uso.

EVITE TROCAR OS MODELOS

ST-A e VAuto pertencem à família AirCurve, mas têm funções diferentes.

Aspecto AirCurve 10 VAuto AirCurve 10 ST-A
Foco do guia Terapia binível autoajustável para indicação apropriada, com modos CPAP, S e VAuto. Ventilação não invasiva com modos e recursos adicionais para necessidades respiratórias específicas.
iVAPS e iBR Não são recursos do VAuto. Presentes no ST-A, com uso e parâmetros definidos pelo profissional.
ST, T e PAC Não atribuir ao VAuto. Constam do manual do ST-A, juntamente com CPAP, S e iVAPS.
Decisão A prescrição determina o modelo e os ajustes; a semelhança visual não torna os dispositivos intercambiáveis.

Leia o guia do AirCurve 10 VAuto ↗

DADOS DOCUMENTADOS

Ficha técnica do AirCurve 10 ST-A ResMed.

Fabricante
ResMed
Categoria
Dispositivo binível para ventilação não invasiva, com umidificador HumidAir.
Modos
CPAP, S, ST, T, PAC e iVAPS, conforme manual ST-A.
Pressão operacional
3–30 cmH₂O em S, ST, T, PAC e iVAPS; 4–20 cmH₂O em CPAP.
Rampa
Desligada ou 5–45 minutos.
Ruído
25 dBA ±2 dBA no modo CPAP com tubo SlimLine ou padrão, sem umidificação; 27 dBA ±2 dBA com umidificação, conforme condições do manual.
Dimensões (A × L × P)
11,6 × 25,5 × 15 cm, dispositivo com reservatório.
Peso com reservatório
1.336 g conforme manual do ST-A. Não usar o peso de 1.248 g do VAuto.
Reservatório
Até 380 mL; temperatura máxima de 68 °C se refere à placa de aquecimento, não ao ar entregue.
Alimentação
100–240 V~, 50–60 Hz, 1,0–1,5 A; saída da fonte 24 V CC, 3,75 A.
Consumo
Normal 53 W (57 VA); pico 104 W (108 VA).
Dados e transmissão
Cartão SD e conectividade celular, dependentes da versão e de rede compatível. AirView para equipe assistente; ResScan via leitura de cartão, conforme configuração.
Oxigênio adicional
Segundo manual, fluxo máximo de 15 L/min nos modos CPAP, S, ST, T e PAC e 4 L/min em iVAPS; integração somente conforme prescrição e acessórios adequados.
Oximetria
Leitura de SpO₂ apenas com módulo e sensor compatíveis conectados e configurados; verifique disponibilidade.

Especificações derivadas do manual ST-A em português. Registro ANVISA, GTIN, garantia, prazo comercial e itens inclusos exigem conferência da variante e da proposta: não foram transferidos da ficha do VAuto.

Consultar manual ResMed do AirCurve 10 ST-A (PDF, nova aba) ↗

DADOS COM CONTEXTO CLÍNICO

AirView, ResScan e myAir: públicos diferentes.

O AirView para ventilação permite que profissionais autorizados acompanhem dados do tratamento e, nas condições habilitadas, façam ajustes remotos. O ResScan pode apoiar a análise de dados capturados no cartão SD. O myAir é voltado ao paciente, mas sua disponibilidade e as informações exibidas devem ser verificadas para o número de série e a região da unidade.

Relatórios digitais ajudam a acompanhar a terapia; não substituem observação clínica, orientação profissional ou um plano adequado de alarmes. Em Porto Alegre, a Quallys pode esclarecer a compatibilidade da unidade e o fluxo de acompanhamento com a equipe assistente.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre o VPAP AirCurve 10 ST-A.

O AirCurve 10 ST-A é igual ao VAuto?

Não. O ST-A reúne modos como ST, T, PAC e iVAPS que não devem ser atribuídos ao VAuto. A escolha do dispositivo decorre da prescrição e da necessidade ventilatória.

iVAPS garante o mesmo volume em cada respiração?

Não. O modo trabalha com uma meta de ventilação e ajusta o suporte de pressão dentro dos limites definidos pelo profissional, conforme as mudanças na respiração.

O ST-A mede saturação e pulso sozinho?

Não. A visualização de SpO₂ depende de oximetria compatível conectada e configurada. Confira o módulo e o sensor necessários para a unidade ofertada.

O AirView funciona em qualquer unidade?

A transmissão depende da variante, conectividade, rede e configuração da conta. A equipe deve conferir o número de série e a disponibilidade antes de prometer acompanhamento remoto.

É possível conhecer o equipamento na Quallys em Porto Alegre?

Consulte a disponibilidade do modelo, dos acessórios e das modalidades de atendimento com a Quallys. Leve a prescrição e, se houver, informações sobre máscara e aparelho atuais para orientação mais precisa.

QUALLYS · PORTO ALEGRE

Converse sobre o ST-A com a prescrição em mãos.

A equipe confere a variante, os componentes, as condições comerciais e as possibilidades de orientação. Ajustes de ventilação e indicação de modos pertencem à equipe clínica responsável.